TOP FIVE MUSIC

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terça-feira, 13 de abril de 2010

Cuidado com suas Fotos no Orkut..

Bem como todos nos ou a maioria, adora Orkut mas cuidado o site pode ser muito bom muito bonitinho, porém sempre existem o lado negro da coisa principalmente no tocante as fotos ou seja sempre bloquei o conteudo privado para somente a sua rede de amigos ou aqueles que voce acha confiável. Existe uma ferramenta de edição o Photoshop que pode fazer estragos com sua foto, na verdade o programa não é para esses fins é uma otima ferramenta de imagens. Mas como existem pessoas que sempre veem as coisas pelo lado ruim da coisa. Então tome cuidado...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

DEMOROOUU...!!!

Finalmente Sandy vai lançar seu Album Solo ´´O album chama-se Manuscrito´´ previsto para chegar as lojas em maio , e não é so o CD ela tambem ta de visual novo. Sandy, diz estar mais madura, compondo canções próprias. No álbum terão parcerias com outros artistas, incluindo uma intérprete inglesa, Nerina Pallot.
Sandy fala um pouco sobre seu novo trabalho: ''O CD é meu, muito meu, é meu filho que eu venho concebendo há praticamente dois anos. Entrei numa fase da vida em que eu penso e vivo certas coisas e expresso essas coisas em música. É isso que ele significa. Agora é só o meu estilo, o que eu quero, o que eu faço, o que eu gosto de escutar'', disse em um tom de voz sereno. Bem sabemos da voz inconfundivel e linda que ela tem portanto é esperar pois talento ela tem de sobra, a boa musica agradeçe, já estavamos sentido falta. Pois nada contra a alguns generos musicais e alguns artistas mas num da para ta escutando um parangolé da vida, e outros...


 

segunda-feira, 29 de março de 2010

Melhores do Ano: Cantor

Já que estamos falando em melhores do ano, não podiamos deixar de fora a categoria masculina de melhor cantor:
Este ano foi disputada por: Pe Fabio de Melo, Seu Jorge e Daniel. Detalhe todos eles são da Gravadora Som Livre que é do Grupo Globo Videos e Produções empresa pertencente ao Glogo, coincidência não? hehe... mas tudo bem isso não tira os meritos e nem o brilho de cada cantor. Este ano teve o Padre Fabio de Melo como vencedor, inclusive a musica que o mesmo cantou é um classico dos anos 80 VIDA  que por sinal fez muito sucesso na voz de outro Fabio o Jr.
 
 

E o prêmio melhores do ano da Rede Globo?

Pessoal o que voces acharam do prêmio melhores do ano da Rede Globo?. Bem acho o premio ate certo ponto, uma propaganda de marketing para os artistas, exceto em algumas categorias como a musica que este ano foi encabeçada pelo maravilhosa Claúdia Leite. Bem a disputa foi boa junto com Ivete Sangalo e Tania Mara que em 2006 levou o prêmio de melhor música.
Veja o que a cantora disse ao ser anunciada como a melhor:

- É verdade isso? - disparou ela emocionada e fazendo um esforço para conter as lágrimas. - Se eu tenho alguma coisa na minha vida, primeiramente, é porque tenho Deus. Essa coisa engrandece o ser humano.


Em seguida, emendou:

- A maior riqueza na vida é o amor. Meu filho é a personificação disso, do amor.

Para Fausto Silva, em quem buscou força para conter a emoção, Claudia disse:

- Lembro da primeira vez que vim ao seu programa. Jamais esquecerei.


E para os fãs, que a acompanham em todo o Brasil, para sua equipe, fiel e dedicada em todos os momentos e para a família, uma palavra especial, num momento tão especial:

- Espero que todas as pessoas se sintam felizes, não porque sou grande coisa, mas porque grandes coisas aconteceram com a minha vida. Isso porque sou amada por minha família, por minha equipe que é única, e por meus fãs.



Para a amiga Ivete, com quem disputou a indicação e ao lado de quem esteve abraçada todo o tempo, a espera do anúncio da vencedora, uma palavra de carinho e, do palco, uma homenagem especial comandando o coro da platéia a gritar o seu nome:

- Nada mudou na minha relação com Ivete. Ela é maravilhosa. É tudo que se vê na TV e muito mais.

Fonte: Carnasite.com.br




quarta-feira, 24 de março de 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

Link Ecletico: Música e Letras

Bem como estamos falando em musicas uma boa dica para quem quer escutar, ver videos e aprender as letras segue abaixo alguns link´s:

http://letras.terra.com.br/scorpions/

http://letras.terra.com.br/aline-barros/

http://letras.terra.com.br/geraldo-azevedo/

http://letras.terra.com.br/adriana-calcanhotto/

http://letras.terra.com.br/revelacao/ ...

Mais músicas em: http://letras.terra.com.br/

A musica em nossas vidas...


A música tem um significado em nossas vidas, pois ela sempre representa um estado de espirito, seja ele no momento de alegria, dançamos pulamos e brincamos, seja ela de lembrança de uma pessoa ou de um local, seja ela de reflexão ou de oração.

sexta-feira, 12 de março de 2010

ALCEU VALENÇA: 'Me lixo para o lixo'



O pernambucano Alceu Valença prega a originalidade brasileira

O título acima é sugestão do próprio sujeito enfocado na entrevista. O entrevistado, aliás, é uma verdadeira usina de frases de efeito e idéias cheias de personalidade. É capaz de dizer muitas palavras em um curto espaço de tempo e misturar vários assuntos em uma mesma frase como os repentistas nordestinos. Um tópico, no entanto, que é freqüente em sua verdadeira explanação sobre qualquer tema é a necessidade do Brasil ser mais Brasil.

O nome da 'fera' é
Alceu Valença, o artista que virou sinônimo de Nordeste e que consegue um feito para poucos: ser admirado por todas as classes e em todas as regiões do país. Neste domingo, o intrépido pernambucano vai constatar a sua popularidade em Campo Grande. Alceu foi a principal atração do projeto "MS Canta Brasil", que acontece sempre nos primeiros domingos de cada mês no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. A entrada é gratuita. Oito mil pessoas compareceram ao show de Alceu!

O compositor de "Morena Tropicana", "Como Dois Animais" e "Coração Bobo" já veio algumas vezes ao Mato Grosso do Sul. Se apresentou no extinto "Temporada Populares", no "Festival de Inverno de Bonito" e "Festival América do Sul", em Corumbá.

Na entrevista por telefone de sua casa no Rio de Janeiro, citou os artistas sul-mato-grossenses Almir Sater e Tetê Espíndola como exemplos da originalidade que ele tanto prega e defende. "Está acontecendo uma total falta de originalidade no Brasil e as pessoas cada vez mais americanalizadas. O artista tem que ser incomparável", critica o pernambucano nascido em São Bento do Una em 1946.

Com dezenas de discos lançados, Alceu Valença iniciou a carreira em 1972, com um disco com o parceiro
Geraldo Azevedo. Mas foi a apresentação ao vivo no "VII Festival Internacional da Canção" no Rio de Janeiro com a música "Papagaio do Futuro" com direito a presença no palco do emblemático Jackson do Pandeiro que definitivamente chamou a atenção de todos.

Muito antes do
Greenpeace se tornar esta instituição tão (re)conhecida, Alceu já exercitava seu discurso irônico e inteligente bradando palavras como um 'papagaio do futuro' tipo 'eu fumo e tusso fumaça de gasolina, olha que eu fumo e tusso'. O sucesso, no entanto, chegou na década de 80, quando as rádios do Brasil inteiro não paravam de tocar hits de Alceu. Desde então, o compositor foi se tornando sinônimo de Nordeste até se transformar em uma unanimidade nacional.

Confira abaixo a entrevista com Alceu:

Rodrigo Teixeira - Você é pernambucano, mas se transformou em um artista brasileiro. Como você administra o regional e o universal em sua música?
Alceu Valença – O meu lado pernambucano está de forma intrínseca em toda a minha obra. Eu utilizo do rock o timbre e a distorção da guitarra, a sonoridade. Mas fazer arte é ser diferente, ser você mesmo. Por isso não tenho a menor vontade de ser Rolling Stones ou Elvis Presley. O artista não precisa ser igual a ninguém. Eu sou incomparável e faço as coisas da minha maneira. Atualmente paradigmas terríveis estão sendo criados. Todos estão pegando os trejeitos dos Estados Unidos. Acompanho este processo desde 1985 quando viajei para Portugal. E nesta onda entra o Brasil e a maioria dos países do mundo. Os cantores mudam a maneira de cantar em qualquer canto do planeta para parecer norte-americano.

Mas a sua obra tem também a influencia da música norte-americana.
Sim. Mas de forma diluída. O problema é imitar. Vejo os clipes de rap, por exemplo, e é uma imitação. Aponto o Marcelo D2 e o Gabriel Pensador como artistas que fazem um rap e funk diferentes. O resto é igual ao norte-americano, com boné, roupa, tênis e voz igualzinho ao pessoal dos Estados Unidos. É uma cópia deslavada.

E como você consegue se diferenciar e chegar a uma fórmula de música original ou mais brasileira?
Eu faço do meu jeito. Não sou contra o blues e o rock, sou até a favor. Mas gostaria de ver os artistas sendo mais originais, cada um com seu próprio jeito. Eu posso cantar uma música bem tradicional do Nordeste e colocar a influencia do blues. Mas desde que seja do seu modo.

O Nordeste parece longe demais dos países da América do Sul, apesar do Brasil ser um deles. Esta latinidade que estados como o Mato Grosso do Sul possuem por ser mais próximo das fronteiras deveria ser mais usado na música brasileira?
Com certeza e acho até que os sertanejos já utilizam isso bem e 'abrasileiram' a música latina. Mas não acho que deve ser algo obrigatório só pelo fato de ser perto da fronteira. Tem que modificar a influencia de forma natural e não política. Porque mesmo estados mais próximos da fronteira, como a Argentina, são mais influenciados pela cultura dos Estados Unidos por uma questão política, econômica e de colonização. Esta é uma responsabilidade que os órgãos competentes deveriam tratar com seriedade. Porque estão destruindo a música brasileira. Rock é bom, mas tem o apoio do governo norte-americano e de Hollywood. Não é possível só fazer cópia e imitação. Temos que combater a indústria como negócio e os empresários que lançam modas que não ajudam a verdadeira cultura brasileira.

Como assim?
Existem donos de bandas no Nordeste que estão destruindo o forró. Em Pernambuco, depois que veio a geração de Chico César e Zeca Baleiro, não apareceu mais nada. E mesmo estes dois não foram bem divulgados. Então o que acontece é que os artistas acabam indo para a Europa porque não tem mais lugar aqui no próprio Brasil. Os culpados são os donos de bandas que imprimem a marca forró em conjuntos que são contratados deles.

Mas isso acontece com outros gêneros também. O frevo, por exemplo, não é sufocado pelo axé music?
O frevo é algo mais de Pernambuco e que tem destaque mais nas semanas de Carnaval. O axé tem todo direito de sê-lo porque ainda é brasileiro, embora se possa gostar ou não. E na época que o axé estourou realmente muitas pessoas foram beneficiadas. É diferente destas bandas de forró que caem na moda. Porque fazem um forró que não é forró. São estas bandas que misturam um nome com outro, como 'alhos com bugalhos' entende?

Sim. Você acredita que estas bandas não seguem a tradição de Gonzagão, por exemplo?
Com certeza não.

Quais os artistas que você citaria como bons exemplos de novos talentos do Nordeste?
O
Silvério Pessoa, por exemplo, é sensacional e acaba indo tocar mais na Europa. O Mestre Ambrósio que é maravilhoso é uma banda que não aconteceu.

Qual a sua opinião sobre o manguebeat?
Um grande movimento, mas que ainda não existia quando o Chico Science morreu. Na época que eles vieram ao Rio pela primeira fui aos shows. E não foi aquele pipoco todo que tinha que ser. Hoje comparam a banda Calypso com a Nação Zumbi, que é muito melhor e uma das maiores bandas de rock do Brasil. Mas no nosso país o que é bom tem que ser imitação.

Quais os artistas que são originais na sua opinião?
Vamos ver artistas originais e com sentimento. O próprio Almir (Sater) é genial. Gosto muito da menina Tetê (Espíndola). Ela é clássica. Não posso deixar de citar o Luiz Melodia. Outros artistas de personalidade são os conterrâneos Geraldo Azevedo, Chico César e Zeca Baleiro. O que eu não suporto é lixo cultural. Aliás, pode colocar como título da entrevista 'Me Lixo para o Lixo'.

Como analisa a questão de hoje em dia as gravadoras não terem mais tanta força como no passado?
A partir dos anos 90 eu fui me tornando independente. Porque percebi que estava começando a ter que sentar com pessoas que dirigiam as gravadoras, mas não entendiam nada de música e sim de vender sabonete e carro. E eles então não tinham assunto comigo. Porque até então eu conversava com diretores do gabarito de um Mazzola e de um Guto Graça Mello, que são pessoas a favor da boa música. Então decidi começar a rodar o Brasil e desde então tive que parar de fazer o circuito da Europa que fiz muito até os anos 80. Só voltei este ano. Fui trabalhar o público do Brasil para não ter interferência e ser engolido por eles.

Você é conhecido por falar o que pensa. Estamos em um período de que no Brasil?
Eu mantenho o mesmo discurso que tinha desde os anos 70. O Brasil não cuida do Brasil. As coisas brasileiras precisam pedir licença em seu próprio país. A Lapa, no Rio de Janeiro, é tipo o último reduto do choro. Mas agora as grandes empresas estão invadindo e montando casas de espetáculos. E aí a alma vai se perdendo. Por que não existem mais festivais de música brasileira? Porque o povo não gosta do Brasil? É mentira. Em agosto de 2006, por exemplo, eu reuni no meu show 'Marco Zero' aproximadamente 140 mil pessoas em Pernambuco. Era uma homenagem aos 100 anos do frevo e pedi para todo mundo ir fantasiado. Muitos disseram para mim que ninguém iria. Acabou que até gente vestido de Che Guevara apareceu. Ou seja. Ficam querendo vender que a moda é ser 'emo', ser triste. Eu acho que deveriam aproveitar e se suicidarem todos. Porque no Brasil tem que ser o contrário. Ter alegria e cumplicidade. Isto sim é a música brasileira. Uma coisa de namoro, sensualidade e não violência. Quando o Che apareceu como o grande rebelde do mundo os Estados Unidos inventaram a rebeldia do rock, mas uma rebeldia sem causa, ao contrário do Che. Por isso eu acho ridículo quem quebra uma guitarra elétrica. Em vez disso seria melhor que o cara fosse namorar, catar uma mulher...

Em 'Papagaio do Futuro', ainda na década de 70, você dizia na letra 'eu fumo e tusso fumaça de gasolina', já fazendo uma crítica em relação ao mau trato do meio ambiente. O que você pensa disso hoje em dia?
O
discurso político em torno do meio ambiente ainda é necessário. Esta música 'Papagaio do Futuro' foi criada por causa da crise no petróleo na época. Eu nasci no interior e o disco 'Espelho Cristalino', em 1977, foi inspirado nos rios que não corriam mais por causa da seca. Me preocupo muito com isto ainda. E acho que os estados do Brasil Centrais, como o MS, têm que se preocupar mais ainda. Porque na verdade esconderam por muito tempo os problemas relacionados ao meio ambiente. Os EUA não assinarem Protocolo de Kioto, por exemplo, e isso foi destinar a humanidade ao suicídio. Para nós que já estamos rodados ainda tudo, mas temos filhos que estarão lá na frente. Então é o que eu falo. Não somos nada sem conhecer o passado, viver o presente de forma honesta e projetar o futuro. E eu sou o Papagaio do Futuro.

O país avançou em termos de política cultural?

Os pontos de cultura criados pelo MinC são pontos a favor. Este projeto favorece realmente os mais carentes, mas a barreira ainda está na mídia, na imprensa. Nós temos que aprofundar a discussão e a divulgação da cultura brasileira tem que ser em escala bem maior. Eu não sou do PT e de nenhum partido, embora tenha votado no Lula, e acho que o assistencialismo é emergencial, porque estamos ficando 'americanalizados'. Nós temos que mostrar a cultura brasileira. Valorizar. Porque hoje em dia no Brasil o cara de 50 anos que perde um emprego não trabalha nunca mais. O cara vai deitar para morrer? Não dá. Ser Humano é igual a educação e sabedoria para mim. Eu digo tudo isso não por mim, porque para mim está cada vez melhor. Faço muitos shows e meu negócio anda bem. O problema é que hoje no Brasil não tem mais espaço para artistas novos. Um artista de talento se destacar hoje no país não é mais apenas difícil e sim quase impossível.

* Matéria publicada no jornal 'O Estado de MS' em 01/12/2007